Valor Econômico – Os sócios do BTG Pactual não vão participar do conselho da Compass, negócio de gás da Cosan, afirmou Renato Mazzola, sócio do banco, na teleconferência com investidores da Cosan, realizada nesta segunda-feira.
A medida é para evitar “o único potencial conflito” do investimento anunciado no domingo, por causa da Eneva. André Esteves, um dos sócios do BTG, passou neste ano a integrar o conselho da companhia, que concorre com a Edge, negócio da Compass.
Ainda de acordo com Mazzola, “todo e qualquer investimento” futuro em ativos de ferrovia, lubrificantes ou distribuição de gás serão feitos nesses únicos veículos [da Cosan]. “Não terão veículos competidores do nosso lado”, afirmou.
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O executivo destacou ainda que o investimento na Cosan é realizado pela holding dos sócios do banco, juntamente com o fundo de infraestrutura da área de capital privado do BTG.
“Queremos enfatizar a confiança que temos nos ativos da Cosan e no grupo de pessoas que impulsionam esses ativos”, afirmou. “Acreditamos muito no potencial dessa equipe e desses ativos”.
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