Estadão – O conselho de administração da CSN Mineração aprovou a aquisição de uma participação adicional na MRS Logística, concessionária de transporte ferroviário, em uma operação que pode chegar a R$ 3,35 bilhões. As ações foram compradas da CSN, controladora da mineradora, conforme fato relevante divulgado nesta quinta-feira, 18, simultaneamente pelas duas companhias.
A transação envolve a compra de até 11,17% do capital social da MRS e foi estruturada em duas etapas. Na primeira, já concluída, a CSN Mineração adquiriu 9,17% do capital da companhia ferroviária pelo valor de R$ 2,75 bilhões, pagos à vista. Nessa fase, foram compradas ações ordinárias e preferenciais classe A e B de emissão da MRS.
A segunda etapa, ainda sujeita a aprovações regulatórias usuais, prevê a aquisição adicional de 2% do capital social da MRS, composta exclusivamente por ações preferenciais classe B, ao custo de R$ 600 milhões, também com pagamento à vista.
As notícias estão em todo lugar. Reportagens e entrevistas exclusivas sobre o setor ferroviário, só na RF — desde 1940.
Por R$ 8,42/mês — parcele em 12x sem juros.
Com a conclusão da operação, a CSN Mineração passará a deter 14,3% do capital votante da MRS, além de 49,28% do total de ações preferenciais da companhia ferroviária. Parte das ações ordinárias permanecerá vinculada ao acordo de acionistas da MRS, em vigor desde 1996.
Segundo a CSN Mineração, a operação reforça sua exposição a um ativo logístico considerado estratégico para o escoamento da produção de minério, além de representar uma reorganização societária dentro do grupo CSN.
Fonte: https://www.estadao.com.br/economia/csn-mineracao-amplia-participacao-mrs-logistica-npr/
VÁ ALÉM DA MANCHETE
O setor ferroviário é complexo e as notícias do dia a dia são apenas a ponta do iceberg. Para entender o cenário completo, é preciso de contexto e a visão de quem cobre o setor desde 1940.
A cada edição, a Revista Ferroviária traz reportagens aprofundadas, estudos de mercado e entrevistas exclusivas sobre os temas que realmente importam: de novos VLTs e projetos privados a desafios de manutenção, o futuro da tecnologia e muito mais.
Seja o primeiro a comentar