Ela finalmente foi lançada. A Política Nacional de Outorgas Ferroviárias é aquela ponta de esperança bilionária para destravar a malha no País. Com a soma de recursos públicos e privados, a expectativa é de R$140 bi diretos na infraestrutura das estradas de ferro, mas os projetos podem contabilizar R$600 bi.
O Executivo prevê oito leilões ao longo de 2026. E uma das pautas a ser retomada é a Ferrogrão, que segue com disputa judicial no Supremo Tribunal Federal (STF).
Tanto o Ministério dos Transportes, quanto o BNDES, enxergam os desafios, que um dia também já foi para as rodovias. Os tempos mudaram, são outros. Pensando a longo prazo, são obras gigantes, sim, mas eficientes, seguras, competitivas e sustentáveis.
No papel tudo segue um roteiro digno de ser admirado, agora resta ver na prática. Que tenha financiabilidade, que dê o devido protagonismo ao modal e que acelere o desenvolvimento do Brasil de forma responsável.


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