Menos trens, mais movimento
Com uma redução de 5,8 pontos percentuais na taxa de inatividade, o setor ferroviário desmobiliza ativos obsoletos sem alterar a frota de locomotivas ativas.
O setor ferroviário está com uma frota mais enxuta e operacionalmente superior. Dados consolidados pelas empresas e enviados à Revista Ferroviária revelam que, apesar da redução de 4,1% no inventário total de equipamentos — que passou de 3.115 para 2.988 unidades —, as operadoras conseguiram estabilizar a frota ativa em 2.300 locomotivas.
Neste estudo você ainda vai encontrar:
A tabela completa com frota ativa, inativa e taxa de inatividade de todas as 11 operadoras — da EF Carajás (2,3% de inatividade) à Rumo (43,7%)
O inventário modelo a modelo da MRS: 35 tipos de locomotiva detalhados, incluindo 27 unidades GM SD40 paradas e os novos SD70ACe incorporados desde 2014
A frota da Rumo detalhada por operação Sul e Norte: 502 locomotivas listadas por modelo, fabricante, potência e ano — com 86 SD40 ainda em circulação e 38 inativas
Os dados da TLSA: 16 locomotivas GM SD40-2 ativas, 12 em reforma prevista para 2026/2027 — e as 10 unidades recém-incorporadas que explicam o crescimento da Transnordestina
A ficha completa de operadoras menores como Ferroeste, FTC, Alcoa e EF Amapá — esta última com 12 locomotivas 100% inativas e zero em operação
Already a subscriber? Click here
Seja o primeiro a comentar