Metrô CPTM – A aguardada extensão da Linha 5-Lilás até o Jardim Ângela deve começar mais tarde do que se esperava. É o que indica um relatório que faz parte do Projeto de Lei que o governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) enviou à Assembléia Legislativa com o Orçamento de 2026.
Nele, a implantação da expansão com duas estações tem como meta o avanço físico de 10% nas obras, mas isso apenas em 2027. No ano que vem, a meta aparece zerada.
A extensão é um projeto acompanhado pela Artesp, a agência de transportes do estado, e ainda aguarda a celebração de um aditivo com a ViaMobilidade, responsável pela operação do ramal, para que saia do papel.
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Por enquanto, a concessionária está desenvolvendo mais estudos e mudanças no projeto desde que a Prefeitura de São Paulo abandonou a parceria com o governo para ampliar uma avenida que serviria para parte do trajeto.
A despeito da meta apenas em 2027, o orçamento do ano que vem prevê destinação de R$ 400 milhões para o projeto via Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI).
O montante pode ser usado para processos de desapropriações necessários além de custeio dos projetos e estudos para implantar o novo trecho de quase 5 km.
No começo do ano, a mesma Assembléia autorizou a gestão estadual a contrair um empréstimo de R$ 2,7 bilhões para o projeto. Em julho, a prefeitura deu aval para a expansão enquanto a ViaMobilidade previu que iria contratar a empresa para as obras em setembro.
Além da estação Jardim Ângela, a Linha 5 ganhará também a estação Comendador Sant’anna, entre a primeira e Capão Redondo.
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