Alstom quer projetos na área de transportes

A unidade brasileira da multinacional Alstom está sob nova direção. Depois de três anos no comando da empresa, Philippe Delleur deixa a presidência executiva no Brasil e assume o conselho estratégico da Alstom Brasil, além de acumular a vice-presidência da área internacional da holding e a vice-presidência para América Latina. Em seu lugar, assume Marcos Cardoso Costa, até então vice-presidente da área de geração de energia, que terá o desafio de ampliar os negócios em outra divisão: a de transportes.


Com o novo pacote de concessões que será anunciado hoje pela presidente Dilma Rousseff e os eventos esportivos (Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016), o setor de transportes e logística se tornou estratégico para o crescimento da empresa no Brasil, que faturou no último ano fiscal (terminado em março) R$ 2,6 bilhões. Hoje a Alstom tem apenas uma unidade no País voltada para a área de transportes, localizada no bairro da Lapa, em São Paulo. Na fábrica, além de carros de passageiros, faz toda a parte de sinalização para ferrovias de carga.


Segundo Costa, dependendo do tamanho da demanda futura, a empresa poderá ampliar a capacidade da unidade em São Paulo ou até mesmo investir numa nova. Vários projetos chamam a atenção da companhia.


A lista inclui os Veículos Leves sobre Trilhos (VLTs), que devem ser implementados em várias capitais do País que vão receber os jogos da Copa do Mundo. Delleur destaca como exemplo o Porto Maravilha, no Rio. Há dois anos a empresa estuda o projeto para entrar na disputa. “Também estamos otimistas com os avanços do governo estadual em relação aos trens regionais de São Paulo para Jundiaí, São José dos Campos e Sorocaba.”


Mas o filé mignon no setor ferroviário será mesmo o Trem de Alta Velocidade (TAV), um dos principais projetos do pacote de concessão da presidente Dilma. “As medidas estão evoluindo para o bem”, afirma Delleur, referindo-se às mudanças promovidas pelo governo federal no processo de concessão do trem-bala entre Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro.


Energia. Apesar do foco no setor de transportes, a Alstom não pretende descuidar da área de geração – responsável por 60% do crescimento dos últimos três anos da unidade brasileira. A fábrica de montagem de aerogeradores de Camaçari, na Bahia, poderá dobrar a capacidade, para 600 megawatts (MW). Além disso, vai inaugurar em meados do ano que vem o novo Centro Global de Tecnologia da América Latina, em Taubaté, no interior de São Paulo.


O laboratório, de R$ 15 milhões, vai simular uma usina hidrelétrica com as característica de queda baixa, semelhantes às do Norte do País. O objetivo é desenvolver os principais equipamentos, como as turbinas, necessários para a construção de uma usina hidrelétrica.


“Entre 10 e 15 pessoas estão dedicadas e focadas no desenvolvimento de novos produtos”, destacou Marcos Costa. “Estamos no Brasil para ser ‘a empresa de energia elétrica’.”

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