33ª Edição · Prêmio Revista Ferroviária
Vote no Prêmio RF 2026!
Faça parte do Colégio Eleitoral
Clique e Cadastre-se
revistaferroviaria.com.br

TIC Trens vê gargalo em mão de obra em novas concessões

Metrô CPTM – São Paulo tem hoje três operadoras de trens privadas em atividade plena na região metropolitana, ViaQuatro, ViaMobilidade 5 e 17 e ViaMobilidade 8 e 9, todas do mesmo grupo, o Motiva. No entanto, a partir do final do mês se juntará a elas a TIC Trens, à frente da Linha 7-Rubi, inicialmente.

Ela não está sozinha: no ano que vem teremos ainda a ‘irmã’ Trivia Trens, que assumirá as linhas 11, 12 e 13 da CPTM, e a Linha Uni, que hoje constrói a Linha 6-Laranja de metrô, prevista para ser inaugurada parcialmente em outubro de 2026. 

E a fila vai andar já que estão no horizonte os leilões das linhas 10-Turquesa e 14-Ônix, o TIC Eixo Oeste (Sorocaba) e a Linha 16-Violeta, para nos centrarmos apenas nesta gestão.

As notícias estão em todo lugar. Reportagens e entrevistas exclusivas sobre o setor ferroviário, só na RF — desde 1940.

Por R$ 8,42/mês — parcele em 12x sem juros.

Assinar agora

Em comum, muitas empresas sedentas por mão de obra qualificada a fim de dar conta da demanda de passageiros e dos planos de expansão e modernização.

É esse gargalo que preocupa Pedro Moro, presidente da TIC Trens. Na entrevista concedida à revista Exame na semana passada, o executivo reconheceu que a situação é preocupante.

“Em projetos e obra hoje você tem uma dificuldade muito grande de projetista”, disse ele, acrescentando que as empresas de projeto não tem encontrado profissionais de engenharia e arquitetura no mercado.

Cursos do Senai

A TIC Trens, no entanto, conseguiu formar um time próprio de engenharia na área de sistemas e obras civis, trazendo profissionais bem qualificados do mercado.

Já na área metroferroviária, Moro admitiu que o problema está na formação de técnicos de base. “Os técnicos de manutenção, por exemplo, você tem pouquíssima formação nos últimos anos”.

A mão de obra existente hoje está no Metrô, CPTM ou das operadoras privadas, ou seja, um grupo pequeno.

Para reverter a situação, a empresa está conversando com o Senai para oferecer cursos técnicos de formação. Moro, entretanto, tem ciência que o resultado desse esforço ainda vai demorar a gerar resultados.

Curiosamente, a TIC Trens instalou sua sede na Lapa onde antes funcionava a Escola de Maquinistas da CPTM, que era gerida pelo Senai.

Fonte: https://www.metrocptm.com.br/tic-trens-ve-gargalo-em-mao-de-obra-em-novas-concessoes/

VÁ ALÉM DA MANCHETE

O setor ferroviário é complexo e as notícias do dia a dia são apenas a ponta do iceberg. Para entender o cenário completo, é preciso de contexto e a visão de quem cobre o setor desde 1940.

A cada edição, a Revista Ferroviária traz reportagens aprofundadas, estudos de mercado e entrevistas exclusivas sobre os temas que realmente importam: de novos VLTs e projetos privados a desafios de manutenção, o futuro da tecnologia e muito mais.

ASSINE E RECEBA A ANÁLISE QUE O MERCADO LÊ »

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.


*