Renovação bilionária

Trem de minério em operação na Estrada de Ferro Vitória a Minas
Trem de minério em operação na Estrada de Ferro Vitória a Minas

Vale tem na conta uma série de investimentos, que inclui a compra de material rodante e uma ferrovia que será construída do zero

Assinadas no apagar das luzes de 2020, as renovações antecipadas dos contratos de concessão das ferrovias da Vale – Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) e Estrada de Ferro Carajás (EFC) – têm na carteira uma série de investimentos que dão a dimensão do desafio que a Vale tem pela frente. Pelo termo aditivo aprovado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), a empresa terá que desembolsar, só em outorgas, cerca de R$ 8,3 bilhões pela prorrogação da EFVM e R$ 2,8 bilhões pela da EFC. Deste valor, R$ 2,5 bilhões serão aplicados na construção de um projeto greenfield, a Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico), e na compra de trilhos e dormentes para a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), por meio do mecanismo inédito de outorga cruzada.

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