VEJA – A recuperação extrajudicial do Grupo Andrade Gutierrez revelou uma dívida de aproximadamente 20 milhões de reais com o metrô de São Paulo, em um momento em que a companhia acompanha oportunidades em projetos de infraestrutura no Estado. O passivo chama atenção porque o edital da Linha 19-Celeste estabelece restrições à contratação de empresas com débitos junto à administração pública estadual. Um item do documento prevê que a assinatura de contrato está condicionada “à inexistência de qualquer dívida perante qualquer ente da Administração Direta e Indireta”, após consulta prévia ao Cadin Estadual. A exigência tem como base a Lei Estadual nº 12.799/2008. O Grupo AG foi o segunda colocado nos lotes 2 e 3 da licitação e contestou na justiça a habilitação dos vencedores, cujo consórcio é formado pelas empresas Odebrecht, Álya Construtora e a italiana Ghella.
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